Durante AUTÓPSIA de GRÁVIDA, Médico escuta CHORO de Bebê e nota 1 detalhe que o faz CAIR PRA TRÁS!

Durante a autópsia de uma grávida, que faleceu misteriosamente, médico legista começa a ouvir um choro de bebé fazendo ter arrepios. Quando ele se aproxima do corpo e coloca a mão sobre a barriga da falecida, apercebe-se de um detalhe chocante que o faz chamar a polícia imediatamente. Corram já para o necrotério, Dr.
Camilo, o senhor, ouviu isso? perguntou o Ricardo com a voz embargada e os olhos arregalados, enquanto sentia os pelos dos seus braços se arrepiarem de forma involuntária. Camilo, o experiente médico-legista que trabalhava naquele necrotério há mais de duas décadas, virou-se lentamente para encarar o jovem que está ao seu lado.
O Ricardo era novo ali. Recém-chegado, ainda tentava adaptar-se à rotina fria e silenciosa daquele lugar. onde a morte era presença constante. Isso o qu, Ricardo? Questionou o médico legista, franzindo o sobrolho e arqueando uma das sobrancelhas, claramente intrigado com o comportamento do novato. Foi nesse instante que o som ecoou novamente nos ouvidos do jovem médico.
Um choro, um choro fraco, abafado, quase imperceptível, mas que fez o sangue de Ricardo gelar. O jovem médico arregalou ainda mais os olhos e abanou a cabeça como se tentasse confirmar que não estava a enlouquecer. É um choro, um choro de bebé, disse ele baixinho, dando um passo atrás com a respiração acelerada.
Camilo ficou imóvel durante alguns segundos, depois olhou em redor, como se esperasse captar qualquer ruído. O silêncio voltou a dominar a sala, tão pesado como o cheiro do formol e da morte. Não ouvi nada, Ricardo, nenhum choro! Afirmou o médico legista com calma, aproximando-se do colega. Você deve estar a imaginar coisas.
Esse ambiente mexe mesmo com a cabeça das pessoas, principalmente no início, mas são apenas fantasmas da mente. Se não estiver se sentindo-se bem, pode esperar lá fora ou até ir embora. Isto aqui não é para qualquer um. O Ricardo ficou alguns segundos em silêncio. Os seus olhos passearam lentamente pela sala, como se procurassem alguma explicação para o que sentira.
Então, o seu olhar fixou-se em uma das macas. Nela repousava o corpo de uma mulher jovem, de pele clara, cabelo escuros espalhados pelos ombros e uma expressão demasiado serena para um morto. Parecia apenas adormecida, mas o que mais chamava a atenção era a sua barriga. estava inchada, redonda, claramente avançada na gestação.
O jovem médico engoliu em seco. Aquela imagem mexia com ele, uma mulher grávida, sem vida, e junto dela um bebé que jamais veria o mundo. Aquilo era demasiado duro para digerir. Tudo bem, disse o novato, tentando parecer mais confiante do que realmente estava. Talvez tenha sido coisa da minha cabeça, mesmo. Preciso de me acostumar.
Como o senhor disse, vai demorar um tempo. É por aí. Respondeu Camilo, dando um ligeiro toque no ombro do colega. Agora pega no material ali na bancada. Vamos começar. Precisamos agilizar. O corpo será libertado ainda hoje para o velório. Ricardo dirigiu-se até à mesa de apoio e pegou no bisturi, entregando-o ao médico mais experiente.
Camilo segurou o instrumento cirúrgico com a precisão de quem já o fizera milhares de vezes. Quando se aproximou do corpo para iniciar o procedimento, o jovem médico sentiu um arrepio diferente, mais forte, mais profundo. Os seus olhos se fixaram novamente no rosto da grávida e, com um tom quase hipnótico, murmurou: “Ela parece viva, parece que só está a dormir.
” Camilo parou por um instante, observando a falecida. “Às vezes é mesmo assim?” comentou ele, respirando fundo. Alguns corpos chegam aqui em estado quase perfeito, sem ferimentos, sem hematomas e as pessoas quase acredita que vão acordar a qualquer momento. Mas é bom que não se habituar-se a essa visão.
A maioria chega em condições muito críticas, indescritíveis, na verdade. Imagino. Disse o Ricardo, baixando os olhos. O seu olhar logo voltou à barriga da mulher. Aquilo ainda o incomodava de maneira estranha. Ele apontou então como quem precisa de tirar a dúvida da cabeça. E o bebé? É comum virem grávidas para cá? Camilo abanou a cabeça negativamente enquanto pegava numa luva.
Não, muito raro. Em todos estes anos, esta é apenas a segunda vez que vejo uma grávida chegar até aqui. Normalmente, quando uma mulher grávida falece, os médicos dos hospitais, ou mesmo os socorristas tentam salvar o bebé o quanto mais cedo, fazem a cesariana imediatamente, se ainda houver hipótese. Mas neste caso não houve como.
O médico legista suspirou e apontou para um copo sobre uma bandeja metálica junto de algumas indícios do crime. Ela foi envenenada. Estava morta há horas quando encontraram o corpo. Já era tarde, tanto para ela quanto para o bebé. Ricardo arregalou os olhos surpreendido. Envenenada, repetiu, como se a palavra lhe queimasse a língua.
Cianeto de potássio, explicou Camilo pegando no copo. Fiz a análise aqui mesmo antes de chegar. Estava numa bebida que possivelmente ela terá bebido. Claro. Agora vamos fazer a análise de vestígios da substância no seu organismo. Ricardo sentiu o estômago embrulhar, passou a mão pela testa e perguntou: “Mais para si próprio do que para o colega?” Quem faria isto a uma mulher grávida? Camilo suspirou com uma expressão sombria.
Ainda é muito novo, Ricardo. Vai ver que o ser humano é capaz de coisas piores do que isso. Acredite, já vi casos que não imaginaria nem nos os seus piores pesadelos. Então, se quer mesmo seguir esta profissão, é melhor estar bem preparado psicologicamente. Ricardo ficou em silêncio. Tudo dentro dele gritava que havia algo de errado, algo que não conseguia explicar com lógica, uma sensação, um instinto.
Camilo posicionou-se então ao lado do corpo e preparou o bisturi. Vamos começar. Segura-lhe a barriga, por favor. O jovem médico hesitou por momentos, mas respirou fundo e aproximou-se. Esticou a mão com cautela e tocou no barriga da mulher. Estava fria, mas estranhamente firme. O silêncio que pairava na sala foi interrompido apenas pelo som de um relógio de parede, marcando o tempo com as suas batidas secas.
Camilo aproximou-se com o bistui na mão, posicionando a lâmina sobre o abdómen da falecida. Foi então que algo inesperado aconteceu. Espera! Gritou Ricardo num rompante, assustando o médico mais velho. Camilo deu um passo atrás imediatamente, com o coração acelerado. O que foi agora? Perguntou confuso. Ricardo estava pálido, olhando fixamente para a barriga da grávida.
Os seus olhos não piscavam. A sua respiração ficou presa no peito e por momentos ficou completamente mudo. O que é, Ricardo? Diz o que aconteceu agora. O médico médico legista experiente perguntou novamente, semicerrando os olhos com preocupação. Ricardo manteve os olhos arregalados, sem conseguir esconder o pavor que o dominava.
As palavras custaram a sair, como se o seu cérebro ainda tentasse compreender o que os seus sentidos tinham acabado de captar. “Eu eu senti algo”, disse ele por fim, com a voz fraca e trémula. “Como assim sentiu alguma coisa?”, perguntou Camilo, franzindo o sobrolho desconfiado. Ricardo engoliu em seco e apontou para o barriga da mulher que jazia na maca.
Ali na barriga dela, senti um movimento. Alguma coisa mexeu. Camilo voltou o olhar para o corpo da gestante. Ricardo já tinha tirado as mãos de cima dela, mas o impacto daquilo que dissera permanecia no ar, como uma sombra pesada. O médico experiente hesitou por alguns segundos e perguntou desconfiado. Está a dizer que sentiu alguma coisa a mexer-se na barriga dela? sentiu o bebé? Foi isso? O jovem médico fez que sim com a cabeça, com o rosto pálido.
Sim, tenho a certeza, doutor. Eu senti. Não foi imaginação. Camilo suspirou, cruzando os braços e encarando o jovem colega como quem encara um aluno muito impressionável. Ricardo, talvez seja melhor sair dessa autópsia. Primeiro, disse que ouviu um choro de bebé. Agora está a dizer que senti o movimento numa barriga de uma mulher que está morta há horas.
Você não parece estar bem. Não, ouve! Insistiu Ricardo, aproximando-se um pouco mais. O choro? Tudo bem, pode até ter sido a minha mente, não sei. Mas isto agora foi real. Eu senti, a barriga dela se mexeu. Camilo abanou a cabeça, ainda descrente. Essa mulher faleceu há horas, Ricardo. Horas.
Não há a mínima hipótese de um bebé sobreviver tanto tempo sem oxigénio. Deve ter sentido alguma contração póstuma. Isso acontece às vezes. Os músculos libertam gases, pequenos espasmos. É o que chamamos de contracções fúnebres. Parece vida. Mas é só resquício da morte. O Ricardo tentou absorver as palavras, mas tudo o que está dentro dele se contorcia.
Aquilo que sentira não parecia um simples espasmo. Tinha sido firme, ritmado, tinha sido real. Mesmo assim, respirou fundo, tentando controlar a agitação. Tudo bem, disse ele, baixando o olhar. Vou acalmar-me. Vou tentar continuar. Só vamos em frente se estiver realmente preparado. Caso contrário, peço que se retire, por favor.
Disse Camilo. Sério? Ricardo assentiu com um movimento lento da cabeça. Em seguida, aproximou-se novamente da maca e com um misto de cautela e nervosismo, colocou a mão sobre a barriga da grávida. Mais uma vez. O silêncio da sala voltou a tomar conta do ambiente, mas durou pouco tempo. Antes mesmo que Camilo desse um passo, Ricardo estremeceu.
O movimento voltou, mais intenso, mais forte, e desta vez não teve dúvida. Foi um remate, um remate claro e direto, como o de um bebé inquieto dentro do ventre. E depois, como se o mundo parasse por um segundo, um som fraco, abafado, mas real. encheu o espaço. “Ouviste isso?”, gritou o Ricardo, dando um passo atrás, os olhos arregalados, o peito a arfar.
“Não, não pode ser”, murmurou, olhando fixamente para a barriga da mulher. “Eu estou a ver, estou sentindo. A barriga dela está a mexer-se e eu estou a ouvir o choro, o choro do bebé”. Camilo hesitou. Por um instante, permaneceu imóvel, mas logo, sem dizer nada, deu um passo em frente e aproximou-se.
Os seus olhos ainda demonstravam ceticismo, mas havia algo diferente agora. Uma inquietação, um medo. Largou o bisturi sobre a tabuleiro de aço inoxidável e estendeu a mão. E então ele também sentiu. “O meu Deus!”, murmurou Camilo, levando a mão à boca. Era um remate forte. firme. Dentro daquela barriga gelada havia vida. E logo a seguir o choro, agora alto, claro, impossível de negar.
O som reverberou pelas paredes da morgue, ecuando como um grito desesperado de sobrevivência. O choro de um bebé, um pedido de ajuda. O médico legista experiente recuou dois passos, ofegante, como se tivesse levado um choque. O que tá a acontecer aqui? perguntou ele com os olhos fixos na mulher estendida na maca, como se esperasse que ela se levantasse a qualquer instante.
“Não sei”, respondeu Ricardo com a voz trémula. “Mas este bebé, este bebé tá vivo, Camilo. Precisamos agir agora”. Camilo não respondeu. Aproximou-se mais uma vez, tocando na barriga com ambas as mãos. O pontapé voltou, um movimento forte e determinado. Ele arregalou os olhos. Isso, isso não é possível. Como um bebé pode estar vivo ao fim de tantas horas? Murmurou, quase sem acreditar no que dizia.
Ricardo não perdeu tempo, correu até à bancada e começou a pegar nos instrumentos cirúrgicos com pressa, o coração disparado. “Temos de fazer alguma coisa. Nós precisa de tirar este bebé daqui agora mesmo”, exclamou, tentando conter o desespero. Mas antes que pudesse alcançar os instrumentos, algo ainda mais absurdo, mais impossível, mais inacreditável aconteceu.
A mão da mulher moveu-se lentamente, com os dedos duros e frios, ela subiu e posicionou-se sobre a mão de Camilo. O médico legista sentiu o toque e gelou. Os seus olhos se arregalaram-se de puro terror. Ricardo, do outro lado da sala deixou cair os instrumentos no chão. Camilo mal teve tempo de processar o que estava a ver, porque a seguir a mulher abriu os olhos.
Com dificuldade, como se estivesse a regressar de um sono profundo, os seus lábios moveram-se. “Ajuda, ajuda-me, meu bebé”, sussurrou ela com a voz fraca, entrecortada. A cena era tão surreal que durante alguns segundos os dois médicos permaneceram paralisados. O corpo que deveria estar morto estava vivo e falava e pedia ajuda.
Mas para compreender o que estava a acontecer naquela sala de autópsia, para perceber quem era aquela mulher e como era possível que estivesse viva, era preciso voltar atrás no tempo, voltar alguns dias antes desse momento. Eu nem acredito que finalmente vamos ter nosso tão esperado filho, o amor. Ah, eu não me estou a aguentar de ansiedade para ver a carinha dele”, disse Valéria, sorrindo enquanto lhe acariciava a barriga redonda.
Ela falava com Eduardo, o seu grande amor, o homem que conquistara o seu coração e com quem estava prestes a construir uma família. O brilho nos olhos dela era impossível de esconder. Valéria era professora de pedagogia, apaixonada por crianças e pela ideia de ser mãe. Sonhava com isso desde jovem: casar, ter filhos, dar amor, formar uma família verdadeira.
Havia encontrado este sonho nos braços de Eduardo, um empresário com cerca de 30 anos, herdeiro de um império construído pelo pai. Eduardo sempre admirou Valéria pela sua simplicidade e doçura. Ela era o oposto do mundo frio dos negócios em que ele vivia. E juntos pareciam ter tudo para serem felizes. Mas nem tudo era o que parecia.
E muito em breve, o mundo de Valéria iria transformar-se num pesadelo que nem os piores filmes seriam capazes de reproduzir. Nessa noite, a atmosfera dentro da casa era leve. quase mágica. A Valéria e o Eduardo estavam na sala conversando animadamente enquanto imaginavam o momento que se aproximava com rapidez, o nascimento do primeiro filho do casal.
O amor entre eles era evidente, refletido nos gestos, nos sorrisos e nos olhares cúmplices. A a felicidade transbordava pelos cantos da mansão, mas este clima de alegria seria interrompido de forma inesperada. A campainha suou, chamando a atenção dos dois. Valéria ajeitou-se no sofá, surpresa, enquanto Pablo, o mordomo da casa, um homem discreto e elegante, com cerca de 30 anos, apressou-se a atender à porta.
Ao abrir, foi impossível disfarçar o espanto. Do lado de fora estava Vanessa, a irmã gémea de Valéria. Vanessa! Murmurou Pablo, dando um passo atrás. Valéria viu de longe quem era e levantou-se imediatamente do sofá, mesmo com dificuldade por causa da barriga pesada. Os seus olhos brilharam de alegria e ela correu como pôde em direção à entrada.
Vanessa! Exclamou ela, abrindo os braços. As duas irmãs se abraçaram-se com força, como se o tempo e a distância tivessem sido apagados naquele instante. Era raro estarem juntas, já que Vanessa vivia no interior há algumas horas dali. Por isso mesmo, a visita inesperada surpreendeu e emocionou Valéria. Porque não avisou que vinha? Eu teria preparado alguma coisa especial para te receber”, disse a grávida com os olhos marejados de felicidade.
“Precisamente por isso não avisei”, respondeu a Vanessa sorridente. “Você ia querer preparar um jantar, cansar-se, se stressar e eu só te quero a descansar para que este bebé nasça forte e saudável”. Valéria sorriu de volta, acariciando o rosto da irmã. “Você sempre a pensar em mim”, disse emocionada.
Eduardo se aproximou-se logo de seguida, também sorridente ao ver a cunhada. “Vanessa, que boa surpresa”, disse, cumprimentando-a com um abraço leve. Entretanto, Pablo adiantou-se para pegar na pequena mala da visitante, carregando-a eficientemente para o quarto de hóspedes, como era habitual nas visitas da família.
As três figuras caminharam juntas até à sala, onde se sentaram-se para conversar. Valéria, ainda entusiasmada com a visita, não conseguia conter a curiosidade. E então, posso saber o motivo desta visita surpresa? Perguntou ela, ajeitando-se no sofá. A Vanessa riu como se a pergunta fosse absurda, e logo respondeu, passando delicadamente a mão sobre a barriga da irmã.
Como assim, motivo? Tu és o motivo, ué. Vim cuidar de si nestas últimas semanas antes do parto. Se tiver um espacinho para mim nesta casa, claro. Valéria ficou radiante com a proposta e segurou as mãos da irmã. Claro que tem lugar para si aqui. Sempre tem. Você é minha irmã. Esta casa também é sua. Eduardo fez um gesto positivo com a cabeça.
Vou pedir ao Pablo que prepare o melhor quarto de hóspedes. Qualquer coisa que precisares é só pedir, estás a ver? Vanessa sorriu de forma contida e respondeu: “Não se preocupem, de verdade. Eu nem estou habituada a tanto luxo assim. Gosto das coisas simples.” A conversa continuou animada. Valéria perguntou como estavam as coisas no interior, curiosa com as novidades da irmã.
Ah, a mesma correria de sempre”, respondeu a Vanessa. “Ando de um lado para o outro da cidade de autocarro servindo as clientes. A vida de manicure é assim, certo?” Foi então que Valéria tocou num assunto que já tinha referido outras vezes. “Vanessa, devias vir viver aqui para a capital.
Tem muito mais oportunidades, mais recursos. Poderia até estudar, investir numa profissão diferente. Eu posso ajudar-te. Eduardo concordou, olhando para Vanessa com amabilidade. Se quiser, posso ver uma vaga para si numa das empresas do grupo. A gente dá um jeito para isto rapidamente e vocês duas ficam mais próximas também.
Mas a Vanessa, mantendo o sorriso calmo, rapidamente cortou os dois. Agradeço muito, de verdade, mas gosto da minha vida como ela é. Não ligo ao luxo, nunca liguei. Gosto de conquistar as coisas por mim mesma. E o mais importante agora é que posso passar este tempinho contigo, minha irmãzinha. Valéria sorriu e abraçou-a com força.
Não imagina o quanto isso significa para mim. Mas depois de o bebé nascer, Pego na minha malinha e volto para a minha rotina, falou Vanessa. Depois de muito papo, risos e recordações partilhadas, Vanessa disse que estava cansada da viagem. e pediu licença para ir descansar. Ela seguiu até ao quarto de hóspedes, enquanto Valéria e Eduardo subiram para a suí principal.
Mas assim que Vanessa entrou no quarto e fechou a porta, o semblante doce que mantivera até então desapareceu por completo. Seus lábios se fecharam, os seus olhos escureceram e uma expressão amarga tomou conta do seu rosto. Ela andou lentamente pelo quarto, observando cada detalhe com um misto de inveja e ressentimento.
passou a mão sobre o lençol da cama com delicadeza, mas a sua voz saiu carregada de amargura. “Então é isso, não é, Valéria?”, murmurou ela. “Conseguiste tudo. Uma casa de luxo, um marido maravilhoso, um bebé a caminho. Você conseguiu realmente tudo?” Ela sentou-se devagar na beira da cama, com os olhos fixos num ponto qualquer antes de sussurrar para si mesma.
Mas isto tudo devia ser meu. Só meu. E vai ser. Vai ser. Poucos minutos depois bateram com a porta. A Vanessa imediatamente compôs o rosto, trocando a expressão carregada por um sorriso discreto. “Pode entrar”, disse ela já se levantando. Pablo surgiu à porta, segurando um tabuleiro com um copo. “Aqui é o sumo de maracujá que a senhora pediu”, disse educadamente.
Vanessa caminhou devagar até ele e fechou a porta com cuidado. Então aproximou-se, pegou no copo, mas ignorou completamente a bebida. Em vez disso, fitou o mordomo nos olhos e soltou uma breve e provocadora. Senhora, ainda me tá chamando assim? Disse ela a rir. Não precisa manter as formalidades, não quando estamos sozinhos.
Pablo sorriu ligeiramente desconcertado. Eu só estou a manter o personagem. Vanessa soltou outra gargalhada curta e, sem hesitar, atirou-se para os braços dele. O beijo veio rápido, intenso e logo ela o puxou pela mão até à cama. Debaixo dos lençóis, com o corpo entrelaçado ao de Pablo, Vanessa parecia relaxada pela primeira vez.
“Tem a certeza que é seguro eu estar aqui contigo?”, perguntou Pablo, sussurrando. A Vanessa sorriu maliciosamente e respondeu: “Fica tranquilo, conheço bem a minha irmã. A esta hora ela já tá a dormir, ainda mais grávida como está. E tranquei a porta. Ninguém nos vai encontrar.” Pablo sentiu-a devagar, com o olhar ainda incerto, e depois ergueu os olhos para a Vanessa.
O quarto estava silencioso, mas carregado por uma tensão densa. E então? Perguntou, mantendo a voz baixa. Qual é o plano? Vanessa encarou-o com firmeza. Não havia hesitação no seu tom, nem sequer um traço de dúvida no seu olhar. O plano é o mesmo de sempre. Não não mudou em nada”, respondeu ela séria. “Vamos mandar a minha irmãzinha sonça direto para o caixão”.
Aquelas palavras fizeram um arrepio percorrer a espinha de Pablo. Ele conhecia bem o rancor que Vanessa guardava por Valéria, mas ouvir aquilo dito com tanta frieza, deixava-o inquieto. Ele perguntava-se como era possível tanto ódio pela irmã e ainda mais sendo gémeas. A Vanessa começou a destilar a sua raiva sem freios.
“A culpa de tudo é dela, sempre foi dela”, disse ela, levantando-se da cama e começando a andar de um lado para o outro. Ela sempre foi a queridinha, a perfeitinha, a gémea que todos amavam. Tudo sempre caiu-lhe no colo. Até o Eduardo ela conseguiu. Era suposto eu estar casada com ele.
Era para eu estar nesta mansão, sendo a dona de todo este império. A cada palavra, o seu tom aumentava, a sua respiração acelerava. O rosto de Vanessa contraía-se em uma expressão amarga, sombria. A verdade era clara. A Vanessa odiava a própria irmã com todas as suas forças. Apesar de gémeas, as duas não podiam ser mais diferentes.
Enquanto a Valéria era meiga, simples e generosa, Vanessa era movida por inveja, ganância e desprezo pelos outros. Ela tentava disfarçar, tentava imitar a irmã, copiava os seus três modos, os seus discursos, a sua forma de se portar, mas no fundo o que nutria era inveja e ódio. Quanto mais via Valéria conquistar coisas na vida, mais o seu próprio fracasso parecia uma bofetada na cara.
A gota d’água foi o dia em que o Eduardo surgiu nas suas vidas. Na altura, Valéria havia aceitou um trabalho extra numa festa infantil para complementar o rendimento. Sabendo que a irmã estava a precisar de dinheiro, convidou-a para ir junto. Vanessa detestava crianças, mas aceitou mesmo assim. Aquele acontecimento mudaria tudo.
A festa era para uma sobrinha do próprio Eduardo, herdeiro de um império empresarial. Assim que soube disso, Vanessa ficou encantada com o milionário. Fez tudo para lhe chamar a atenção, para se destacar, mas não adiantou. Eduardo só teve olhos para Valéria. E em pouco tempo os dois estiveram juntos, apaixonados.
De volta ao quarto de hóspedes, Pablo ajeitou-se na cama e olhou para Vanessa com um certo receio. E não há outro jeito? Perguntou ele. Não pode, sei lá, roubar o marido dela? fazer o Eduardo apaixonar-se por você?” Vanessa soltou um suspiro impaciente e revirou os olhos. “Claro que não”, respondeu, voltando a andar de um lado para o outro com agitação.
“Você acha que ele a vai largar agora com um filho a caminho? Aquele pirralhinho é um elo entre eles, percebe? Enquanto ela viver, se aquele bebé nascer, Eduardo nunca vai ser meu, nunca me vai ver como a mulher ideal. A única solução é tirar a Valéria do caminho de uma vez por todas. Ela e este bebé dos infernos.
Ela parou diante da cama e pegou na mala que deixara sobre a poltrona. Com um sorriso sinistro, abriu o fecho e retirou um pequeno frasco, levantando-o com orgulho. Aqui está, disse com os olhos a brilhar. O meu passaporte para uma nova vida. Cianeto de potássio. Isso aqui vai mandar a Valéria directamente para o quinto dos infernos.
Pablo engoliu em seco, observou o líquido claro dentro do frasco, com uma sensação de desconforto no estômago. Mas antes que pudesse dizer qualquer coisa, notou outro frasco dentro da bolsa. O seu olhar foi diretamente para ele. E esse outro? Perguntou apontando. A Vanessa tirou o segundo frasco com a mesma expressão triunfante.
Isto aqui é o meu plano B. explicou ela. É uma substância que provoca paragem cardíaca. A pessoa fica a parecer morta com sinais vitais quase imperceptíveis, mas não morre. É temporário. Pode ser útil para apagar o Eduardo caso nos precisar de o tirar de cena enquanto fazemos o serviço. Ela ria sozinha enquanto dizia aquilo.
Começou a andar novamente pelo quarto, ainda a segurar os frascos. A expressão no seu rosto era de quem já podia visualizar o futuro que tanto ambicionava. Eduardo vai ficar destruído quando a Valéria morrer disse ela sorrindo. Vai chorar, isolar-se, vai precisar de consolo. E adivinha quem vai estar aqui? Eu, a irmã gémea, a alma caridosa.
Eu vou dizer que a minha casa pegou fogo ou que teve algum problema grave e pedir abrigo durante uns dias. É claro que ele vai acolher-me. Vanessa continuava entusiasmada com a sua própria imaginação. E depois, aos poucos, eu vou ganhando espaço. Vou cuidar dele, confortá-lo até que ele não consiga mais viver sem mim.
Vou virar a nova senhora daquela casa, dona do império, dona de tudo. Ela olhou para Pablo com um brilho perverso nos olhos. E sabe o melhor? Ninguém vai suspeitar de nada. Afinal, sou a irmã enlutada, a gémea solidária. Todos me vão abraçar e todos sabem o quanto amo a minha irmãzinha. Após o monólogo, a perversa soltou uma riso macabro e assustador.
Paulo cruzou os braços e observou-a por alguns segundos em silêncio. Depois começou a bater palmas lentamente, num gesto meio cínico. “Tenho de admitir, é um plano e tantos”, disse ele. “Mas e eu? Como eu fico nesta história? Não me vou sujar todo para depois ficar de mãos a abanar.” Vanessa aproximou-se devagar, assumindo novamente o seu tom sedutor.
Sentou-se ao lado dele e passou o dedo pelo peito do mordomo. Já ganhaste muita coisa, meu amor, principalmente o mais importante. Disse ela com um sorriso. Ganhou-me a mim. Eu que pus-te aqui dentro, tirei-te daquele chiqueiro que trabalhava. Não se esqueça isso. Usei os meus contactos, mexi os meus pauzinhos.
Você é o mordomo de confiança da casa por minha causa. Ela fez uma pausa e continuou com um tom mais sombrio. Mas eu prometo-te, quando Eduardo estiver nas minhas mãos e eu conseguir o casamento com comunhão total de bens, tiro-o do caminho também. Ele tem de pagar por não me ter escolhido à primeira. Tudo isto aqui vai ser nosso.
Esta casa, o dinheiro, as empresas, esse império. Vamos viver como rei e rainha. Nada vai nos parar. Pablo olhou-a por mais alguns instantes. A sua mente parecia inconflita, mas o desejo de poder e por Vanessa parecia maior do que qualquer sentido de moral. Vanessa segurou-lhe então o queixo com uma das mãos e falou com um sussurro. carregado de malícia.
E então, topa ou não topa ajudar-me a tirar a minha irmãzinha da face da terra? Mandar aquela ordinária para sete palmos abaixo da terra. O silêncio que se seguiu foi pesado. Mas antes de continuar com a a nossa história, já clique no botão de gostei e ative o sininho das notificações. Só assim o YouTube te avisa sempre que sair um vídeo novo no canal.
Na sua opinião, os gémeos possuem personalidades diferentes. Ou todos os gémeos são iguais e para além das características físicas, também partilham os mesmos princípios? Me conta no comentário. Aproveita e diz-me de que cidade está a assistir esse vídeo, que vou deixar um lindo coração no seu comentário. Agora, voltando a a nossa história, Pablo aproximou-se de Vanessa com um olhar fixo, mergulhado na mesma intensidade de sempre.
Ele parou diante dela, olhou-a profundamente nos olhos e disse com um sorriso cínico: “Sabe que eu sou louco por ti, não é? Não tem nada, absolutamente nada que peça que eu não faça. Se é no caixão que se quer a sua irmã, é para lá que ela vai!”. Vanessa sorriu satisfeita. Um sorriso perigoso, venenoso, que transportava a certeza de que tudo estava sob o seu controlo.
Perfeito”, respondeu ela, dando um ligeiro estalo com a língua. Mas Pablo ainda tinha uma dúvida. Passou a mão pelos cabelos e perguntou: “E quando é que vai ser isso? Amanhã mesmo já damos um fim nela?” Vanessa, sempre fria e calculista, abanou a cabeça lentamente. “Claro que não, tonto. Acha que eu me vou precipitar? Eu Conheço a Valéria.
Ela é saudável, forte e se morrer de repente vai levantar muita suspeita. O Eduardo também é esperto. Ele não aceitaria isso facilmente. Faltam poucas semanas para a Valéria dar a luz. A ideia é envenená-la aos poucos para depois a bater. Ela levantou-se e caminhou até à sua mala, que estava encostada a um canto do quarto.
Abriu o fecho com calma, como quem prepara uma peça final de um teatro sombrio. Retirou um vestido preto de tecido fino, rodado, com pormenores discretos de renda. “Olha, já até separei o vestido para o velório dela”, disse com um brilho nos olhos. Já me certifiquei de tudo. O Eduardo vai fazer uma viagem daqui a alguns dias. Se aquela infeliz não entrar em trabalho de parto antes disso, será o momento perfeito.
Pablo observava tudo em silêncio. Sentia o peso do que estavam prestes a fazer, mas o desejo pela Vanessa e por tudo o que ela prometia o mantinha preso naquele plano insano. Na manhã seguinte, a luz do sol invadiu a casa. Estava um dia lindo daqueles que enganavam o coração. A Valéria acordou radiante, com o coração leve.
Estava animada com a presença da irmã e, sem pensar duas vezes, decidiu preparar um pequeno-almoço especial. Com a ajuda da cozinheira, montou uma mesa repleto de delícias: frutas frescas, pães variados, sumos naturais e, claro, o bolo de cenoura com molho de chocolate que a mãe delas costumava fazer. Queria agradar à Vanessa.
Queria que a irmã se sentisse acolhida, amada. Enquanto isso, no quarto de hóspedes, Vanessa despertava lentamente. Ainda deitada na cama, sentia o calor de Pablo ao seu lado. Passou os dedos pelos cabelos dele e, antes que qualquer pessoa entrasse no quarto, empurrou-o com firmeza. Vá, sai daqui antes que alguém veja”, ordenou ela fria.
O Pablo vestiu-se apressado e saiu pela porta das traseiras do quarto, tentando não chamar a atenção. Logo de seguida, Vanessa seguiu o cheiro de comida até à cozinha. Ao dobrar o corredor, deu de caras com Valéria, que estava a terminar a arrumação da mesa. A grávida sorriu radiante. “Meu Deus, não acredito que fizeste tudo isto!”, exclamou Vanessa fingindo surpresa.
Fiz com a ajuda da cozinheira, respondeu Valéria, tímida. Mas escolhi tudo o que adora, até o bolo da mamã. Vanessa aproximou-se com um sorriso forçado, abraçando a irmã. Obrigada, de verdade, disse ela com lágrimas falsas nos olhos. Mas por dentro pensava: “Pode preparar o banquete que for, irmãzinha”.
Os seus dias estão contados. Nada te vai livrar do inferno. As duas sentaram-se à mesa. Vanessa, com um ar protetor, logo mudou o tom. Olha, por mais que eu tenha amado tudo isso, não te quero ver mais na cozinha, ouviu? Estás nas últimas semanas de gestação. O seu foco agora é o bebé. Deixa que eu trato de tudo. Valéria sorriu emocionada.
Tenho muita sorte por te ter como irmã. Eu digo mesmo, Valéria, disse Vanessa a pegar num prato. Mas agora vamos comer. Já que preparou tudo, deixa-me pelo menos servir-te, vai. Enquanto montava o prato para a irmã, A Vanessa encheu um copo com sumo de laranja. Com um movimento subtil, rápido e disfarçado, tirou um frasco minúsculo do bolso e deitou um pouco de sianeto de potássio.
A quantia era pequena, calculada apenas para provocar os primeiros sintomas. “Prontinho”, disse ela, entregando o copo com um sorriso angelical. “Bebe tudo, estás a ver?” Valéria aceitou sem suspeitar de nada. Tomou o sumo inteiro enquanto conversavam sobre banalidades. Amanhã seguiu normalmente, mas não por muito tempo.
Cerca de uma hora depois, a Valéria começou a sentir um desconforto estranho, suores frios, enjoos, tonturas. levantou-se cambaleando e correu para a casa de banho. Trancada lá dentro, vomitou tudo o que tinha comido. Do lado de fora, Vanessa encenava a preocupação. Está tudo bem, mana? Quer que eu chame o Eduardo? Não, não precisa, respondeu a Valéria com a voz fraca. É apenas um malestar.
Eu já vou ficar bem. Minutos depois, ela saiu do casa de banho, ainda pálida. A Vanessa estava ali ao lado dela já com um cobertor na mão. Vai passar o resto do dia deitada. Eu trato de tudo. Mas eu tentei dizer Valéria. Sem mais. Eu estou aqui por ti. Deixa-me cuidar de você. E a partir desse dia, o plano cruel teve início.
Todos os dias, com a ajuda de Pablo, Vanessa acrescentava pequenas quantidades de veneno na comida ou na bebida da irmã. Tudo feito com cuidado para que não levantasse suspeitas. E a cada dose, a Valéria ficava mais fraca, mais abatida. O Eduardo, sempre atento, começou a preocupar-se. Você está muito pálida, meu amor.
Acho melhor irmos ao hospital”, disse ele certa tarde, acariciando o rosto dela. A Vanessa ouviu aquilo e correu para avisar Pablo. O mordomo ficou nervoso, andando de um lado para o outro. “Se o médico descobrir, estamos tramados”. Mas Vanessa apenas esboçou um sorriso calmo. Ele não vai descobrir nada. Eu não sou burra, Paulo.
Estou usando doses baixíssimas. Não aparecem em exames de rotina. Acha que eu ia deixar tudo escapar agora? Ela segurou-lhe o rosto com firmeza e completou. Confia em mim. Essa história vai acabar da forma que eu planeei e ninguém, absolutamente ninguém vai desconfiar. E foi exatamente assim que tudo aconteceu.
O médico fez uma bateria de exames em Valéria. Ecografias, análises ao sangue, pressão, batimentos cardíacos, mas nada de anormal foi detectado. Nenhuma explicação concreta para os enjoos persistentes, as tonturas, o mal-estar contínuo. Os seus exames estão perfeitos, dona Valéria, disse o médico, analisando os papéis com calma. A sua saúde está normal e o bebé está com batimentos dentro do esperado.
Valéria, ainda desconfortável com tudo o que vinha sentindo, decidiu perguntar: “Pode ser, sei lá, da gravidez, estes enjooos assim tão fortes?” O médico pensou por alguns segundos antes de responder. Olha, é raro sentir isto com esta intensidade no final da gestação, mas pode acontecer, sim. Cada corpo reage de uma forma.
Talvez o seu esteja mais sensível. Sugiro que repouse mais até ao fim da gestação. Vanessa, que acompanhava tudo de perto, rapidamente se adiantou. O importante é que ela está bem, não é, doutor? E agora vai regressar a casa e ficar em repouso absoluto até o bebé nascer. Valéria forçou um sorriso aliviada em parte, mas estranhando ainda a fraqueza que parecia não passar.
É tão bom ter tu aqui, mana? Disse ela pegando na mão da irmã. Tens me ajudado tanto. Eduardo, que também estava no consultório, sorriu e completou. A Vanessa é um anjo. Com aquele sorriso meigo e sonso de sempre, a Vilan respondeu: “Tudo o que faço é pelo bem da minha irmã. Ela é a única coisa que importa-me neste mundo.
Mas bastava Eduardo e Valéria virarem as costas, que a farça voltava a revelar-se. Vanessa continuava a envenenar a comida da irmã sem qualquer remorso, colocando pequenas doses de sianeto de potássio nos sumos, nas vitaminas, até nos chás. E não fazia isso sozinha. Passava a substância para Pablo, o mordomo cúmplice, para que este a adicionasse nos pratos com a maior descrição possível.
Aos poucos, Valéria foi-se entregando. Passou a ficar mais tempo deitada, sentindo-se fraca e nauseiada o tempo todo. “Eu não sei o que me está a acontecer”, dizia ela com frequência, tentando perceber a origem daquela fraqueza. “Deve ser o que o médico disse, mana.” Dizia a Vanessa dissimulada. “Talvez o seu corpo esteja reagindo de forma diferente nesse final de gestação, como disse o médico, mas vai passar, ok? Logo logo o bebé nasce e tudo melhora.
E então chegou o tão aguardado momento, o dia da viagem de Eduardo. O empresário estava aflito, andava de um lado para o outro, inseguro sobre sair de casa naquele estado. “Não sei. Não me estou a sentindo-me bem em te deixar assim, meu amor”, disse, olhando com preocupação para Valéria. Vanessa, com a sua voz doce e tom manipulador, interveio imediatamente.
Eduardo, vai tranquilo. Estou aqui para cuidar dela. Não vou sair do lado da Valéria nem por um segundo. Pode confiar. Valéria, mesmo fraca, assentiu. É apenas um fim de semana. Você precisa ir. A reunião da empresa é importante e eu eu vou ficar bem. Eduardo suspirou com o coração apertado, mas acabou por ceder perante o apoio das duas.
despediu-se da esposa com um beijo demorado, acariciou-lhe a barriga com ternura e partiu sem saber que estava deixando a sua mulher nas mãos de uma assassina. Na manhã seguinte, Vanessa bateu com a porta do quarto com um tabuleiro na mão, como fazia todos os dias. Bom dia, maninha. Hoje caprichei, viram? Trouxe tudinho que adora. Vamos comer.
O bebé precisa de ficar forte e saudável. Valéria sorriu levemente, mesmo sem apetite. Tudo bem, vou tentar comer um pouco. Vanessa colocou o tabuleiro sobre a cama e disse: “Vou aproveitar para colocar algumas peças de roupa para lavar. Trouxe tão pouca coisa, já volto a pegar no tabuleiro. Qualquer coisa me chama, está bem?” “Está bem, obrigada”, respondeu a Valéria, deitada.
Assim que A Vanessa saiu, algo de diferente despertou na mente de Valéria. Ela olhou para o copo de sumo e, pela primeira vez, hesitou. Tocou na borda com a ponta dos dedos e pensou: “Todas as vezes que eu passei mal, foi depois de comer.” Ela passou a observar o prato, os talheres, o cheiro dos alimentos, a cor do sumo.
Mas como seria isso possível? Todos os da casa comem da mesma comida. A Vanessa, o Eduardo, os empregados e nunca ninguém passou mal. Mesmo assim, decidiu testar, pegou no guardanapo e com cuidado começou a esconder a comida debaixo da cama, dentro de um recipiente de plástico que utilizava para guardar lanches. Quando terminou, ajeitou o tabuleiro como se estivesse comido tudo.
Um disfarce, já que sabia que a Vanessa não ficaria feliz se ela deixasse de comer. Minutos depois, a irmã perversa regressou. Uau! comeu tudinho. Fico tão feliz por ver isso. Ela pegou num balde e colocou-o ao lado da cama, dizendo: “No caso de se sentir mal, é é só usar este balde, ok?” Foi aí que algo despertou no coração de Valéria.
Ela franziu o sobrolho porque a irmã já estava esperando que ela se sentisse mal, mas decidiu não questionar. “Não, ainda continua em repouso, estás a ver?”, disse Vanessa a pegar na bandeja. “Nada de andar por aí. Mas naquele dia algo estava diferente. A Valéria sentia-se melhor. O enjoo não veio. A tontura tampouco.
Com o corpo mais leve e um nó na garganta, ela resolveu levantar-se. Caminhou com cautela pela casa. Precisava de se mexer, pensar, entender. Foi então que, ao passar por um dos corredores, escutou algo vindo do fundo do salão. Parou. Os seus olhos se estreitaram. Era a Vanessa. Estava a falar com alguém muito próxima.
Era o Pablo. Valéria escondeu-se atrás de uma pilastra e observou. Viu quando Vanessa segurou o braço do mordomo e sussurrou: “Vamos para o meu quarto. Precisamos de acertar os últimos pormenores do plano. É hoje que aquela sonça vai ter o que merece.” Valéria levou a mão à boca, tentando conter o susto.
Plano? O que ela quis dizer com isso? Quem ela está a chamar de sonça? O seu coração começou a bater acelerado. O mundo girava em torno de si, como se estivesse prestes a desmoronar. Aquilo não fazia sentido. Ou fazia, sem perder tempo, com o coração aos saltos e as pernas trémulas, Valéria correu pelos corredores da mansão.
O seu corpo ainda estava fraco, mas o instinto falou mais alto. Precisava de descobrir o que estava acontecendo. Precisava de ter a certeza daquilo que ouvira. Chegando ao quarto onde Vanessa estava hospedada, respirou fundo, entrou em silêncio e escondeu-se dentro do closet. Os seus dedos tremiam enquanto segurava a lateral da porta entreaberta, abrindo uma pequena fenda por onde podia observar o interior do quarto.
E foi então que viu Vanessa, a sua irmã, aquela que lhe dizia todos os dias quanto a amava, tinha agora um sorriso sádico no rosto e andava de um lado para o outro como uma vilã de telenovela. Valéria mal podia acreditar no que estava a ver. É hoje, disse Vanessa com um brilho cruel nos olhos. Hoje a idiota da A Valéria não passa do jantar. Abriu a mala, tirou o frasco do sianeto e abanou-o no ar como se estivesse a segurar um troféu.
E já que o Eduardo está a viajar, nem vou precisar da outra substância. Nada de sono tão profundo que parece a morte. Hoje vai ser para valer. Dose fatal, direto pro caixão. Pablo, encostado à parede, cruzou os braços. A sua expressão já não era a de um cúmplice animado, mas de um homem dividido. Tem a certeza que vai realmente enviar a sua irmã para o caixão? Perguntou ele, olhando para o frasco.
Claro que sim, respondeu Vanessa com um sorriso diabólico. Eu odeio aquela mulher. Odeio desde que a gente era criança. Ela sempre teve tudo. Agora é a minha vez de reinar. Dentro do closet, Valéria levou a mão à boca. As lágrimas escorriam pelo seu rosto. Cada palavra era como uma facada no peito.
Aquela não era a sua irmã, era um monstro. Pablo tentou questionar quase em dúvida. E se ela se recusar a beber? Vanessa deu uma curta gargalhada e debochada. Ela vai beber. Ela sempre bebe, sempre comeu tudo o que lhe dei. E se por algum acaso ousar negar? Ela parou, encarando Pablo com um olhar gélido. Eu própria acabo com ela. Com as próprias mãos.
Eu estrangulo, faço-a olhar nos meus olhos enquanto tira o último fôlego e ainda sorrio depois por cima do caixão. Valéria sentiu o ar faltar-lhe. A sua barriga doía com o nervosismo. Ela passou a mão sobre o ventre como se pudesse proteger o seu bebé com o toque. Pensava: “Eu não vou deixar que ela nos mate. Eu vou proteger o meu filho, nem que seja a última coisa que eu faça.
Poucos minutos depois, Vanessa terminou a conversa com Paulo. Agora vou lá fingir que sou a irmã boazinha, preocupada apenas por mais algumas horinhas. Os dois saíram do quarto. Valéria, desesperada, esperou alguns segundos antes de sair do closet e escapou discretamente, sem ser vista. Correu para a cozinha e pegou num copo de água, fingindo a normalidade.
A Vanessa chegou pouco depois, com uma expressão de surpresa para o ver a cama vazia. Ué, mana, onde é que tu tava? Valéria apareceu pelo corredor fingindo calma. Fui buscar um copo de água”, respondeu forçando um sorriso. Vanessa disfarçou, voltando a usar a sua voz doce. “Ah, mas devias ter-me chamado. Eu teria procurado para si.
Por dentro, Valéria queria explodir. Queria gritar, bater, arrancar aquela máscara falsa do rosto da irmã, mas respirou fundo, tentando transparecer nada. Só fui dar uma voltinha. Precisava esticar as pernas, mas agora vou ficar sossegadinha, descansar o resto do dia. Ótimo, disse a Vanessa sorrindo. E pro jantar? Pensei em fazer algo especial para si. Pode escolher o que quiser.
Valéria, sem hesitações, aproveitou para aplicar o início do seu plano. Qualquer coisa serve, mana. Só quero que venha com um sumo de laranja. Ah, e se não for incómodo? Queria no meu copo preferido, aquele vermelho com os detalhes dourados em forma de gotinhas. É o meu copo da sorte. Quem sabe se com ele não melhoro. Só há um na cozinha.
Ah, claro, copo da sorte, certo? Respondeu Vanessa com um sorriso malicioso. Tem só um na cozinha. Vai ser fácil de encontrar. Isso mesmo, respondeu Valéria. Traz um sumo nele para mim com o jantar, mana. Vanessa assentiu e saiu do quarto, já imaginando a cena. A irmã a beber daquele copo e caindo morta minutos depois.
Mas o que ela não sabia era que não havia apenas um copo. Valéria havia descoberto um jogo inteiro igual à aquele e já tinha tudo preparado. Na cozinha deixou apenas um dos copos visíveis. escondeu o restante no seu próprio quarto e num deles preparou o seu contra-ataque. Encheu com sumo de laranja e adicionou cuidadosamente o conteúdo do frasco da substância que tinha ouvido Vanessa mencionar, aquela que provocava uma paragem temporária, simulando a morte.
com a mente a mil por hora, delineou o seu plano. Quando a Vanessa lhe trouxesse o jantar, fingiria tomar o suco servido por ela, mas na verdade tomaria o líquido do copo que já estava escondido. Valéria sabia que era arriscado, sabia que podia correr mal, mas também sabia que enfrentar Vanessa cara a cara naquele momento seria ainda mais perigoso.
Chamar a polícia, arriscar uma discussão. A irmã era louca suficiente para a matar ali mesmo, sem pensar duas vezes. É isso, pensou. Vou enganá-la, fingir que morri e quando acordar num hospital, longe deste pesadelo, vou contar tudo, tudo e mandar esta mulher diretamente para a cadeia. Ela olhou para a barriga, acariciando o ventre.
Vai correr tudo bem, meu amor. A mamã vai protegê-lo e aquela bruxa vai pagar por tudo. E assim, nessa noite fatídico, nada correu como Vanessa havia planeado. Absolutamente nada. O que ela não sabia era que a sua irmã, Valéria, já tinha descoberto tudo. A Vanessa entrou no quarto com o tabuleiro nas mãos e o sorriso mais falso que já conseguiu forçar.
Hora do jantar, mana”, disse, fingindo ternura. Ali estava o sumo, o mesmo copo vermelho com detalhes dourados que Valéria tinha pedido. Dentro dele, a dose elevadíssima de sianeto de potássio, letal. Valéria, mantendo a calma com esforço sobre mano, pegou no copo, mas assim que a irmã distraiu, trocou por outro que estava debaixo da sua cama.
tomou de uma só vez o líquido que provocaria a paragem temporária dos batimentos cardíacos. Vanessa, ao vê-la desmaiar lentamente, recostada na cama, com os olhos a fechando aos poucos, sorriu um sorriso sombrio, vitorioso. Enfim, paz, sussurrou antes de sair do quarto e seguir para o dela, onde se deitou-se tranquila, esperando fingir que tudo tinha acontecido enquanto dormia.
Mas o destino tem os seus próprios planos. Eduardo, tomado por um pressentimento, regressou de viagem antes da hora. O voo adiantado, o coração apertado. Chegou em casa de madrugada, silencioso, entrou no quarto e viu a cena que o destruiu. Valéria, deitada, imóvel, fria. Valéria! Gritou correndo para ela.
Amor, não, não, por amor de Deus. Vanessa apareceu segundos depois, encenando um desespero convincente. Levou as mãos à boca, chorou, ajoelhou-se no chão. Não, não. Ela tava mesmo quando fui dormir. Eduardo, devastado, ligou imediatamente para o hospital, pediu ajuda. Exigiu também que a perícia fosse acionada. A equipa médica chegou rapidamente junto com o experiente médico legista Camilo.
Ao vasculharem o quarto, o primeiro item que encontraram foi o copo. Aquele copo deixado propositadamente debaixo da cama, ainda com resquícios do sumo envenenado. Camilo analisou o conteúdo com seriedade, depois olhou para Eduardo e abanou a cabeça. Isto temaneto, tenho quase de certeza.
Vamos precisar de uma autópsia completa. A espinha de Vanessa gelou, o rosto perdeu a cor. Ao ouvir a palavra autópsia, ela percebeu que talvez, talvez o destino estivesse virando-se contra ela. Eduardo, tomado pelo luto e pela suspeita, entrou em choque. Foi isso? Ela foi assassinada. No canto do corredor, Pablo começou a suar frio.
Encostado à parede, sussurrou para Vanessa. Vão descobrir, vão descobrir tudo. A gente vai ser preso. Cala a boca. Assobiou ela entre os dentes. Eu arranjo sempre um jeito, sempre. E então tudo voltou ao ponto de partida. Já no necrotério, Ricardo e Camilo se preparavam para a autópsia da mulher grávida.
O corpo de Valéria jazzia na maca em aço inox. Mas antes que qualquer corte fosse feito, ela mexeu-se. Os olhos abriram lentamente. O som fraco de a sua voz encheu a sala silenciosa. Ajuda, ajuda-me, meu bebé. Ricardo ficou em choque, mas reagiu rápido. Pegou num copo de água, amparou Valéria, ajudou-a a sentar-se. Camilo ficou boque aberto. A mulher estava viva.
Depois de horas viva. Valéria, aos poucos, foi regressando à consciência, olhou para os dois médicos e, em lágrimas falou: “A minha irmã, a minha irmã tentou matar-me, por favor, ajudem-me”. Foi nesse preciso instante que bateram a porta do necrotério. Camilo olhou para Ricardo e disse: “Fica com ela, não faças barulho, eu já volto”.
Abriu a porta da outra sala e gelou. Ali estava Vanessa. O médico não deixou de reparar. Igualzinha à mulher na maca, mas sem barriga, com o cabelo solto e um olhar. Um olhar que gelava até aos ossos. Boa noite, doutor”, disse ela entrando com confiança. “Preciso da sua ajuda.” Tentou seduzir, tentou negociar, ofereceu dinheiro, poder e até o seu próprio corpo.
Camilo, experiente, não demonstrou reação. Manteve o rosto neutro, mas a sua mão já estava no bolso do casaco, gravando tudo no telemóvel. Entretanto, dentro da sala, Ricardo pegava no telefone e ligava discretamente para a polícia. Vanessa, achando que estava a controlar tudo, aproximava-se de Camilo, tocava-lhe no braço, prometia mundos e fundos.
Tudo o que precisa fazer é desaparecer com o relatório, dizer que foi uma paragem cardíaca, percebe? Você só tem a ganhar, ganhar muito dinheiro e o melhor prémio ganhar-me. Foi quando a porta da outra sala se abriu e Valéria apareceu viva. Vanessa empalideceu de imediato. A mão tremeu. O mundo parou. Tu, sussurrou ela. Ricardo segurava Valéria com cuidado.
Camilo sorriu então. A sua irmã está viva disse ele. A Vanessa tentou improvisar. Correu para a irmã com os olhos cheios de água. Meu Deus, estás viva? Eu senti que devia vir aqui, que algo estava errado. Eu não sei o que faria sem ti. Mas Valéria não se deixou enganar. Não aproxime-se de mim! Gritou recuando.
Eu ouvi tudo, Vanessa. Cada palavra. Você tentou matar-me, a ti e ao Pablo, mas eu usei o seu próprio plano contra si. Vanessa empalideceu de vez, olhou para todos, tentou correr, mas não teve tempo. Eduardo surgiu no corredor com os olhos em fogo. Tinha seguido Vanessa desconfiado do comportamento estranho. Tinha ouvido uma boa parte da conversa com Camilo. Acabou, Vanessa.
E naquele momento, a polícia chegou. Dois agentes asseguraram com firmeza. A Vanessa se debatia, gritava, praguejava. Vocês vão pagar-vos a todos. Pablo foi também preso, capturado, tentando fugir da mansão com uma mala de dinheiro e documentos falsos. Nos dias que se seguiram, o caso espalhou-se por todo o país.
A história da irmã gémea, que tentou matar a própria irmã grávida por inveja, fez manchete em todos os jornais. Vanessa foi condenada, apanhou mais de 20 anos de prisão e mesmo atrás das grades, nunca demonstrou arrependimento. Só ódio, ódio de ter perdido. Pablo, o cúmplice, também pagou caro. Delatado por Vanessa, tentou se livrar da culpa, mas os áudios e testemunhos foram incontestáveis.
Já Valéria sobreviveu e floresceu. Poucas semanas depois, deu à luz um menino lindo, saudável, cheio de vida. Ao lado de Eduardo, que nunca mais saiu por seu lado, prometeu criar o filho com todo o amor do mundo. Comente gémeo do mal para eu saber que chegaste até ao final dessa história e marcar o seu comentário com um coração lindo.
E assim como a história das gémeas Valéria e Vanessa, tenho outra história muito mais emocionante para partilhar consigo. Basta clicar no vídeo que está aparecendo agora no seu ecrã, que te conto tudo. Um grande beijinho e até a próxima história emocionante.
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