É URGENTE! Senador Magno Malta REVELA ÁUDIO bombástico de Flávio Dino e Moraes do STF

É urgente. O Senador Magno Malta revela áudio bombástico de Flávio Dino e Moraes do STF Brasília em plena atividade. Câmaras ligadas, gravadores erguidos, microfones a disputar espaço. Magno malta para diante do cordão de imprensa levanta o telemóvel e segura a tensão com uma frase direta.
Tem um áudio que o público precisa de ouvir. Ele reforça nomes e contexto sem recuar. O conteúdo envolve Flávio Dino e Alexandre de Morais. O corredor fica silencioso por alguns segundos. Assessores pedem que ninguém toque no equipamento. Um técnico liga o aparelho a uma coluna de som portátil. O LED acende, o volume é testado.
Malta encara as objetivas e define o objetivo. Transparência. O país tem direito de saber. As perguntas chegam rápidas, sem intervalo. Origem do ficheiro. Houve perícia independente ou quando foi gravado? Malta mantém o tom firme. A autenticidade está a ser remetida às autoridades competentes. O material será disponibilizado para verificação técnica.
Um repórter tenta ir mais além. O áudio sugere pressão contra plataformas. O senador não antecipa trechos. O que está registado fala por si. O público vai ouvir e tirar as próprias conclusões. Dois parlamentares aproximam, um coxa audível pelos microfones próximos. Se for autêntico, teremos consequência imediata. Outro rebate: sem relatório, é só ruído.
O o contraste alimenta a tensão do instante. A coluna de som pronta. Malta pede silêncio. Um assessor coloca o dedo sobre o botão de play, mas a imprensa insiste numa última verificação. O O ficheiro bruto será entregue para a auditoria externa. O assessor confirma. Protocolo oficial: Malta acrescenta nada fora da lei, tudo documentado.
Ele respira curto e anuncia: “Vamos começar pelo excerto em que se fala de regulação das redes.” O dedo desce. O áudio inicia com qualidade mediana, mas compreensível. Voz firme, tomático, sem ruídos de fundo que impeçam a compreensão. Sai a primeira frase marcante atribuída a Flávio Dino. Esse tempo da autorregulação acabou no Brasil.
Em seguida, uma sequência que chama a atenção dos imprensa. Não existe termo de utilização acima da lei. Se as plataformas não mudarem, terão de mudar. E não ocorrendo, adotaremos as medidas legais. Um produtor de TV anota palavra por palavra. Um repórter pede para repetir o troço do terão de mudar. Malta autoriza o regresso de alguns segundos.
O assessor volta ao cursor e larga novamente. O corredor inteiro houve a mesma construção com clareza. Uma câmera aproxima o zoom do rosto do senador. Ele não comenta, apenas deixa o áudio tocar. A gravação segue com menções ao Ministério da Justiça e a Polícia Federal como instrumentos de execução. Seria constrangedor ter de recorrer a mecanismos coercivos, mas adotaremos as providências, diz a voz.
Um jornalista pergunta sem disfarçar o impacto. Isto foi em reunião com plataformas? Malta responde curto: “É o que será apurado na perícia e nos ofícios. Outro repórter. Há participação de Alexandre de Moraes neste ficheiro. O senador ajusta o microfone para melhorar a captação e sinaliza que após este bloco virá um segundo troço com menções ao ministro. Ninguém se mexe.
Gravadores continuam em modo de segurança, luz vermelha acesa. O foco mantém-se no conteúdo que está no ar. A cada frase que contrasta a autorregulação e o poder de polícia, as anotações acumulam-se em blocos de agenda. Um parlamentar pede a palavra, tenta comentar e é contido pelos colegas, sem a partes. Deixa tocar.
O assessor reduz ligeiramente o ganho para evitar distorções. Não há gritos, não há empurra empurra. Só rostos sérios, telemóveis erguidos gravando a mesma saída de som. O clima é de constatação. O que se escuta agora será tema de pedido de informações formais. Malta confirma. Ofícios sairão ainda hoje. O ficheiro bruto também.
O troço chega ao fim. O som cai. A imprensa pede a transição imediata para o bloco seguinte. Malta segura por alguns segundos e reafirma o procedimento. Antes de qualquer julgamento, perícia, mas o país precisava de ouvir. O assessor aproxima o dedo do botão e aguarda um sinal. Malta faz um gesto de cabeça curto, indicando que a próxima reprodução virá na sequência com foco nas citações a ministros do Supremo.
O alinhamento entre câmaras e microfones recompõe-se. Todos prontos para o próximo play. O assessor confirma o ficheiro seguinte no aparelho e posiciona o dedo sobre o botão. Magno malta fala curto, audível para todas as câmaras. Agora um excerto com menções a Alexandre de Morais. Um produtor pede clareza. É o mesmo ambiente de gravação. Malta não expande.
É o que será confirmado na perícia. O público vai ouvir. A mão desce. O segundo áudio começa com ruído ligeiro e em seguida uma voz identificável pelo timbre firme. O corredor mantém-se em silêncio operacional. Telemóveis erguidos registam cada segundo. A voz no áudio afirma em tom institucional compromisso com a Constituição e devoção às liberdades individuais.
Um repórter sussurra ao colega. Anota as palavras exatas. Outro pergunta em voz projetada. A referência a papel moderador do Supremo, Malta não interrompe a reprodução. Um assessor sinaliza com a mão aberta, pedindo que as perguntas ficam para o final do bloco. O técnico ajusta o ganho para segurar picos no meio do discurso.
O trecho segue sem cortes aparentes. Surge uma passagem que chama a atenção de quem anota. A voz fala sobre a harmonia entre poderes e a necessidade de manutenção da ordem institucional. Um jornalista em primeira fila insiste. Isto foi dito em cerimónia pública ou reunião fechada. Malta responde sem pausar o áudio.
Tudo será confrontado com registos oficiais. A análise técnica vai comparar ambiente, data e metadados. A resposta curta mantém o foco no que está a ser exibido, sem validação. Além do protocolo anunciado. A meio do corredor, dois parlamentares trocam frases rápidas captadas por microfones nas proximidades. Se confirmarem autenticidade, vai ter requerimento imediato.
Sem relatório, ninguém fecha a questão. O diálogo resume a disputa que se desenha. A imprensa volta a pedir referência temporal. Malta repete a linha de procedimento. Ofícios, protocolo e perícia. É a ordem. O áudio continua audível, sem sobreposições. O técnico aponta para o visor do gravador. O ficheiro está na metade.
O troço avança e volta a expressões sobre a liberdade de expressão em termos jurídicos. Um repórter pede, volta 5 segundos. O assessor recua o cursor e volta a largar. A mesma frase reaparece nítida, agora registado por várias câmaras em close no altifalante. Malta permanece de braços cruzados, sem comentários paralelos.
Apenas acompanha o indicador de tempo no ecrã do aparelho. A caixa de sonoro mantém a estabilidade. Não há rebentamento nem chiado que comprometa a compreensão. Com o aproximar do fim, a voz do ficheiro se encerra com afirmações genéricas sobre a defesa do estado de direito. O som cai, o técnico faz uma pausa. Em seguida, irrompe a onda de perguntas.
Há outros trechos. Quem entregou os ficheiros? Quando serão enviados para a perícia independente? Malta responde em sequência, sem alterar o tom. Outros excertos serão organizados. A origem e a cadeia de custódia constarão dos ofícios. O material em bruto será encaminhado conforme protocolo. Um produtor reforça cópia integral para veículos.
O assessor confirma: solicitem por escrito. Haverá procedimento padrão. Um jornalista volta ao ponto sensível. O senhor associa este conteúdo a eventuais restrições aos comunicadores e aos políticos? Malta delimita. O que está aqui será submetido à verificação técnica e às autoridades competentes. Qualquer conclusão fora deste é a precipitação.
Outro repórter tenta uma última entrada. O senhor sustenta que existe um plano coordenado. O senador encerra a ronda. Os documentos e a perícia responderão. Em redor câmaras reajustam foco e tripés. Os gravadores continuam ligados à espera do próximo ficheiro. Malta consulta o assessor, troca duas palavras ao pé do ouvido e decide.
Vamos abrir mais um excerto. Ora, voltando ao tema da regulação das redes e do papel do Ministério da Justiça, o técnico prepara a lista de reprodução, destaca um novo marcador e aguarda sinal. O cordão de imprensa volta a compactar-se sem empurra empurra, mantendo linha de visão para o altifalante. A expectativa mantém-se no mesmo nível.
Cada palavra aqui reproduzida servirá de base para pedidos formais e contrapontos oficiais. O técnico seleciona o novo ficheiro e confirma no visor o marcador correto. Magno malta posiciona o microfone, pede silêncio e dá o sinal. A caixa de som liberta a voz em tom direto. Esse tempo da autorregulação acabou no Brasil.
Os termos de utilização não substituem a lei. Se não mudarem, terão de mudar. A fila de câmaras se inclina para a frente. Um repórter levanta a mão. Há indicação de medidas coercivas? O áudio responde por conta própria. Adotaremos as providências legais através do Ministério da Justiça e da Polícia Federal.
Três produtores anotam a mesma frase, palavra a palavra, um jornalista pressiona. Confirma que este foi dito numa reunião com plataformas digitais? Malta não interrompe a reprodução. Assim que o excerto faz uma pausa natural, ele responde sem alterar o tom. A perícia vai cruzar local, data e metadados. Os ofícios já estão redigidos.
Um assessor ao lado segura uma pasta transparente com requerimentos. Um parlamentar que observava ao fundo fecha o punho e abana a cabeça em concordância. Outro de fato escuro, mantém o rosto pálido e sussurra algo ao colega, evitando microfones. O áudio segue com um bloco sobre a colaboração obrigatória. Quem se opuser estará sujeito às medidas cabíveis.
Não queremos transformar ninguém em investigado, mas acionaremos os mecanismos da lei. Um repórter da primeira fila pede retorno de 5 segundos. O técnico recua, solta novamente. A mesma construção reaparece sem ruído. Uma câmara fecha em grande plano no altifalante. Malta cruza os braços sem comentário adicional. O ambiente permanece controlado.
Apenas o clique de teclados e o sinal sonoro de gravação contínua. As perguntas voltam em sequência. O senhor recebeu estes áudios diretamente ou por intermédio? Malta responde objetivo. Haverá registo da cadeia de custódia. O material contém cortes. O envio para perícia incluirá o ficheiro bruto. O assessor aproxima-se do microfone.
Bruto com hash, logs e caminho de transferência. Um produtor de TV confirma com um gesto curto e aponta para o relógio, indicando que o bloco está no fim. Dois fotógrafos trocam posição sem tocar nos tripés vizinhos. A voz do ficheiro entra no excerto final. Não existe esta expressão termo de uso acima da lei. Esqueçam isso.
Uma reação audível percorre o corredor. Um jornalista pergunta: “Este entendimento significa derrubar as políticas internas das plataformas?” Malta fixa os olhos nas câmaras. Significa submeter o tema aos instrumentos legais e às instâncias competentes. É isso que está a ser apresentado e será verificado. O técnico reduz o ganho para evitar a saturação durante a última frase gravada.
O som cessa. Por um instante só se ouvem respiradas curtas e o zumbido dos equipamentos. Malta dá um passo à frente. Consta mais um excerto relacionado com a atuação do Supremo. Vamos organizar a ordem de exibição. Uma repórter solicita cópia imediata para confrontar com pronunciamentos oficiais anteriores de Flávio Dino.
O assessor indica o procedimento. Solicitação formal por e-mail. Responderemos com o pacote técnico e os metadados. Um parlamentar pede a palavra. Malta sinaliza que ainda virá mais reprodução antes de qualquer posicionamento político. A imprensa insiste em detalhe de prazos. Quando sai o protocolo para perícia, malta olha para a pasta do assessor e devolve.
Hoje quando teremos resposta técnica? Assim que a instituição pericial concluir o relatório sem antecipação, o técnico aponta no ecrã do aparelho a lista de reprodução com dois ficheiros marcados. Malta indica com a mão aberta que o próximo bloco regressará às menções ao Supremo e o discurso sobre o poder moderador.
Os operadores de câmara reajustam enquadramento. Microfones aproximam-se alguns centímetros sem contacto físico. O técnico destaca o ficheiro com marcação Supremo Tribunal, discurso e aguarda o gesto de confirmação. Magno Malta aproxima o microfone e avisa com voz firme. Trecho com referência ao papel do Supremo.
A fila de câmara se recompõe. Um assessor a cena para a segurança manter o corredor livre. O play é acionado. A voz do arquivo surge clara, com vocabulário jurídico e tom solene falando em independência, harmonia entre poderes e defesa do Estado de direito. Dois os repórteres começam a transcrever em tempo real, ditando para os telemóveis.
Uma pergunta atravessa o corredor sem interromper as reprodução. Há menção a poder moderador? Malta não pausa o áudio, espera a vírgula natural do ficheiro e responde curto. O trecho será extraído e comparado com discursos públicos. O técnico adiciona um marcador de tempo no visor. Um produtor de TV solicita: “Preciso de time code. Exato.
” O assessor lê o contabilista. 2 minutos e 11.º O jornalista repete em voz alta para a equipa. 2 11. Marca. O áudio prossegue com afirmações de compromisso com liberdades individuais. Um repórter pede retorno de 4 segundos para confirmar a formulação. O técnico recua, solta novamente e mantém o ganho estável.
A frase é registada por três câmaras em close no altifalante. Malta, de braços cruzados, observa o indicador a correr na tela. Um parlamentar inclina o corpo para a frente e fala baixo. Se isso for de cerimónia oficial, haverá cotejo imediato. O colega retorque no mesmo tom. Sem perícia, nada fecha.
O bloco entra na parte mais sensível. A voz trata de ordem institucional e da função do Supremo na preservação do sistema. Um jornalista pergunta direta: “Este trecho foi editado?” O assessor responde sem rodeios. Encaminharemos o bruto com hash e registos. Outro repórter completa. Haverá disponibilização para laboratórios independentes? Malta confirma. Sim.
Perícia oficial e possibilidade de auditoria externa. A câmara principal aproxima o zoom do rosto do senador. Ele não comenta o conteúdo, apenas confirma o procedimento. Surge uma sequência com referência à liberdade de expressão descrita em termos legais. Um produtor ergue o dedo. Preciso desse período isolado.
O técnico cria um novo marcador e anota no papel colado ao tripé. A segurança pede que ninguém toque nos cabos. O áudio mantém a linearidade sem quebras de volume. Um jornalista regressa ao ponto. Este material sugere orientação sobre a regulação. Malta limita a resposta. O que ouvimos será transcrito e confrontado com atas, vídeos públicos e registos de agenda.
O ficheiro se aproxima-se do fim. O técnico aponta para o contador e inicia a contagem silenciosa com os dedos. A voz conclui com frases de prche sobre a Constituição. Pausa. Silêncio operacional. Em seguida, a enchurrada de perguntas. Quem entregou o material? Qual a data exata? Há outros troços do mesmo ambiente? Malta responde em sequência: “Cadeia de custódia será documentada.
Datação dependerá de metadados e de cotejo público.” Sim, há mais excertos e serão organizados. Uma repórter reforça: “Cópia para todas as estações”. O assessor indica pedido por e-mail, resposta com pacote técnico. Malta sinaliza que vai abrir um bloco curto com retorno de expressões chave para facilitar a transcrição.
O técnico recua o marcador de liberdade de expressão e solta mais uma vez. As redações confirmam a escrita. Um repórter pede mais 3 segundos antes e três depois. Feito. O corredor mantém a disciplina. Gravadores ativos, tripés fixos. Sem empurra empurra. Malta fecha a revisão. Encerrado este bloco, vamos ao próximo arquivo com ênfase na regulação e medidas legais.
O técnico abre o ficheiro marcado como regulação, medidas legais. Magno Malta pede silêncio com a mão aberta, posiciona o microfone e confirma. Excerto sobre providências do Ministério da Justiça e da Polícia Federal. O play é acionado. A voz gravada afirma sem rodeios. Se as plataformas não apresentarem respostas compatíveis, adotaremos as medidas que a lei determina.
O Ministério da Justiça e a Polícia Federal farão o acompanhamento. Os repórteres anotam simultaneamente: “Um produtor pede para fixar o minuto exato. O assessor dita o contador do visor e aponta a folha de controle. As perguntas voltam antes do fim da frase. Isto implica a retirada de conteúdo, bloqueio de contas, coimas.
Malta não interrompe o ficheiro, espera a pausa natural e responde: “Tudo será objeto de ofícios. O texto do discurso será transcrito e remetido para cotejo jurídico. Um jornalista insiste. Há referência direta a inquérito contra executivos. O assessor, com o rosto tenso, fala ao microfone. O que ouvimos indica medidas previstas na lei.
A perícia e os documentos informarão o alcance. A coluna de som mantém o volume estável. Ninguém conversa fora de horas. O áudio avança para a colaboração obrigatória. A voz enuncia. Quem se opuser à colaboração expõe-se às providências. Um repórter pede retorno de 8 segundos. O técnico recua, solta novamente.
Três câmaras gravam em grande plano a grelha do altifalante. Um parlamentar de braços cruzados pergunta alto o suficiente para sair na captação. Há menção a prazos? Malta responde curto. Será extraído do excerto e comparado com atas públicas. Outro parlamentar ao lado pergunta: “Consta referência a termos de utilização.
” O assessor confirma com a cabeça e aponta para o marcador seguinte. O técnico salta para a marca termos de utilização. A voz gravada regista: “Não existe a expressão termo de uso acima da lei. Esqueçam isso. O impacto é imediato. Um jornalista pede a palavra. Isso significa que as políticas internas podem ser invalidadas por ato administrativo? Malta delimita.
Significa que o tema está submetido à legislação e às decisões competentes. Sem juízo de valor aqui, o conteúdo será encaminhado. Um produtor de TV solicita o recorte em bruto desse trecho. O assessor anota o pedido para o pacote técnico. Uma sequência final trata dos mecanismos coercivos. A voz afirma: “Seria constrangedor recorrer a mecanismos coercivos, mas serão utilizados se necessário.
O corredor segura o ar. Um repórter questiona quais mecanismos. Malta aponta para a pasta. Audição formal, requisição de dados, medidas previstas no quadro legal e no Código de Processo Penal, conforme o autoridade competente. Tudo documentado. Outro repórter levanta a mão. O senhor liga este trecho a reuniões específicas com plataformas? O senador mantém o procedimento.
A perícia fará ligação por metadados, agenda e registos públicos. O som cessa. Malta olha para o técnico. Bloco concluído. Em seguida, alinha o passo seguinte. Vamos abrir um ficheiro curto com a passagem sobre a liberdade de expressão e os limites legais. Para fechar a sequência deste eixo.
A imprensa ajusta o foco, mantém microfones a poucos centímetros sem toque. O assessor confirma no visor o novo marcador e aguarda o gesto. O ambiente fica em prontidão, sem dispersão, com anotações prontas para os ofícios. O técnico confirma no visor o ficheiro curto destacado como liberdade de expressão, limites legais. Magno Malta pede silêncio com gesto de mão e dá o sinal para iniciar.
A voz gravada entra nítida. Reafirmo o meu compromisso com a Constituição e com as liberdades individuais, seguida de uma formulação sobre a liberdade de expressão no seio de parâmetros legais. Um repórter pede precisão, repete a parte dos parâmetros. O técnico regressa aos 4 segundos e solta de novo.
As redacções registam palavra por palavra com o time code anotado. Um jornalista questiona do fundo: “A indicação de que o Supremo teria um papel moderador acima dos restantes poderes? Malta evita a interpretação. O trecho será transcrito e confrontado com discursos oficiais.” Outra voz insiste. O senhor liga essa fala a decisões recentes contra comunicadores? Malta segura a linha.
Sem vinculação aqui. Encaminharemos para verificação técnica e pedidos formais. O assessor, ao lado, anota os pontos solicitados para o pacote de ofícios. A gravação avança e volta numa referência geral à ordem institucional. Um produtor pede recorte isolado desta frase. O técnico cria marcador, dita o contador e salva.
Uma repórter pressiona: “Este fragmento tem cortes ou sobreposições. O assessor responde diretamente. Bruto será enviado com hash logs e rasto de transferência. Malta complementa: perícia oficial e abertura para a auditoria independente. Os microfones se aproximam alguns centímetros. A segurança mantém o corredor livre. O ficheiro entra no trecho final e encerra com citação a defesa do estado de direito. O som cai.
A imprensa dispara nova ronda. Quem obteve esse material e qual a data exata do registo? E há compatibilidade com os registos públicos? Malta organiza as respostas em sequência, sem elevar o tom. Cadeia de custódia documentada. Datação por metadados e cotejo. A compatibilidade será verificada com atas, vídeos e agendas.
Um produtor pede envio simultâneo às redações. O assessor orienta: Solicitem por e-mail. Resposta com o pacote técnico completo. Malta define o próximo passo imediato. Vamos retomar um excerto com termos de utilização para facilitar a comparação jurídica e fechar este bloco. O técnico posiciona o cursor exatamente antes da expressão destacada e aguarda o gesto.
A imprensa confirma que está pronta para captar o retorno com clareza. Não há comentários paralelos, não há avaliação política, apenas execução, registo e preparação de ofícios. O técnico posiciona o cursor exatamente antes da expressão destacada e aguarda o sinal. Magno Malta confirma com um gesto curto. O som regressa nítido.
Não existe a expressão termo de utilização acima da lei. Esqueçam isso. O corredor segura o ar por um instante. Um repórter levanta a voz sem atravessar o áudio. Confirma que esta formulação foi dirigida a executivos de plataformas. Malta não qualifica. Esse será um dos pontos do cotégio. O ofício já refere reunião com representantes do setor e pede confirmação formal.
O assessor, ao lado, anota a pergunta para incluir na lista de requisições. O regresso continua durante mais 5 segundos. Agora com menção a respostas compatíveis e ajustes exigidos pelo poder público. Uma produtora pede: “Marca o time code desse bloco. O técnico dita o contabilista em voz clara. Outro jornalista emenda: “O pacote técnico inclui transcrição integral, hash e logs?” O assessor responde de imediato.
Inclui ficheiro bruto, metadados, hash e a faixa de transferência. Um parlamentar. Próximo ao cordão de imprensa, fala o suficiente para os microfones captarem. Com relatório e cadeia de custódia. Dá para deliberar. O colega retruca seco. Sem relatório, não fecha. Malta solicita um último regresso de 3 segundos sobre a frase: “Terão de mudar”.
O técnico recua, solta e mantém o ganho estável. A mesma construção reaparece clara. As redações confirmam a grafia exata. Um repórter tenta avançar o campo. O senhor pretende acionar a mesa do Senado para formalizar um pedido de informação ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal? Malta responde: Sim. Os requerimentos seguirão hoje com base no que foi reproduzido e no que será periciado.
Outra questão vem em sequência. Haverá solicitação de posicionamento do Supremo Tribunal e dos gabinetes citados? O assessor confirma: Consta de ofício. Pedido de pronúncia por escrito. A coluna de som é pausada. Malta orienta a equipa. Separar recortes e timecodes por tema. Termos de utilização. Colaboração obrigatória. Medidas legais.
Liberdade de expressão. Um produtor de TV pede prioridade para o bloco dos termos de utilização para ir para o ar no plantão. O assessor responde: Envio após protocolo. Mesma versão para todas as emissoras. A segurança recompõe o corredor e mantém o fluxo sem empurra empurra. Tripés fixos, microfones a poucos centímetros sem contacto físico.
As perguntas voltam concentradas. Quem entregou o material? A registo de origem. Qual o canal de receção? Malta mantém o padrão. A origem integra a cadeia de custódia e será informada a autoridade competente. O canal de recebimento está documentado. Um repórter insiste. O senhor ouviu estes ficheiros pela primeira vez quando? Malta limita.
O foco é o conteúdo e a sua verificação. Datas e procedimentos seguirão no relatório e nos ofícios. O técnico aproveita a pausa para salvar a lista de marcadores e verificar a integridade dos ficheiros no ecrã. Malta encerra o bloco. Fechamos a sequência sobre os termos de utilização. Vamos a um curto excerto que menciona mecanismos coercivos e na sequência abriremos a ronda de perguntas com limite de tempo.
O técnico destaca já o próximo ficheiro. As equipas de TV confirmam que estão gravação contínua. Não há slogans, não há comentário político, apenas o anúncio do próximo play e a garantia de que tudo será protocolado com o mesmo pacote técnico para todas as redações. O técnico confirma no visor o ficheiro marcado como mecanismos coercivos.
Magno Malta pede silêncio com a palma da mão virada para a imprensa, posiciona o microfone e autoriza a reprodução. A voz no áudio entra sem hesitação. Seria constrangedor recorrer a mecanismos coercivos, mas serão empregues quando necessário. As câmaras se inclinam, gravadores conferem o pico de captação. O assessor faz um gesto para manter distância dos cabos.
O troço segue com referência direta ao acompanhamento por órgãos federais. O técnico cria um marcador no momento exato da expressão mecanismos coercivos. As perguntas surgem em sequência. Que medidas estão em avaliação? Requisição de dados, bloqueio, multa, condução. Malta não interrompe a execução, aguarda a pausa natural e responde num tom constante.
Será objeto de ofícios. O material será transcrito e remetido para análise jurídica. Um repórter reforça a indicação de abertura de inquéritos contra executivos. O assessor fala ao microfone. O áudio menciona providências legais. A delimitação caberá à autoridade competente. Após verificação, o técnico aponta no visor a criação de um segundo marcador com o termo providências legais.
O troço retorna à colaboração obrigatória. A voz gravada declara: “Quem se opuser à colaboração se expõe a providências. Um produtor pede retorno de 5 segundos para confirmar a construção exata. O técnico recua e volta a soltar. Três câmaras captam em grande plano o altifalante. Dois parlamentares junto ao cordão de imprensa trocam frases curtas.
Com relatório vai a plenário. Sem relatório não fecha. O clima permanece controlado. Tripés firmes, microfones alinhados, sem movimentação brusca. Um repórter pressiona o ponto de legalidade. O A compreensão do áudio subordina políticas internas das plataformas às ordens administrativas e judiciais? Malta limita a resposta.
O conteúdo será confrontado com a legislação aplicável e decisões vigentes, sem interpretação neste momento. Outra questão vem de imediato. A indicação de prazos para resposta das empresas. O assessor consulta a folha de anotações e devolve. Prazos serão verificados na transcrição integral. Se constarem, irão no ofício.
A voz no ficheiro menciona acompanhamento diário e execução contínua. O técnico cria um terceiro marcador e dita o time code. Um jornalista pede: “Este bloco será disponibilizado em bruto com hash e logs?” O assessor responde: “Sim, arquivo integral, metadados e rasto de transferência, malta completa, as mesmas condições para todas as composições.
Um produtor de TV sinaliza que precisa do recorte pronto para ir para o ar. O assessor anota a prioridade sem interromper o fluxo. O áudio chega ao fim e a caixa de som é pausada. Malta avança meio passo e organiza a agenda imediata. Encerramos mecanismos coercivos. Na sequência, teremos um curto retorno sobre o acompanhamento por parte dos órgãos federais e depois abertura para questões gerais.
A segurança recompõe o corredor, mantendo linha de visão para o equipamento. As equipas confirmam gravação contínua. O técnico guarda os marcadores, verifica a integridade do ficheiro no ecrã e prepara o próximo play. Um repórter pede uma confirmação processual. O senhor já protocolou o pedido de perícia independente? Malta responde: “Protocolado hoje, outro insiste.
O material será comparado com pronunciamentos públicos e atas oficiais. O assessor confirma: consta do pedido de cotejo. Em redor, anotações são atualizadas com os códigos dos troços e os pontos que se seguirão nos ofícios. O técnico espera apenas o gesto para a reprodução seguinte com os marcadores prontos para a exportação. O técnico prepara o regresso sobre acompanhamento por parte dos órgãos federais e aguarda o gesto de Magno Malta.
O Play começa com a voz afirmando o acompanhamento contínuo por equipas do Ministério da Justiça e da Polícia Federal até ao pleno cumprimento das determinações. Um repórter pede confirmação. Haverá ofício próprio a cada órgão? Malta responde: “Sim, com base nos excertos reproduzidos e no relatório, o assessor anota os números de protocolo que serão divulgados à redações mediante solicitação.
As perguntas afunilam para o âmbito jurídico. Esse acompanhamento inclui pedido de dados à escala?”, questiona um jornalista na primeira fila. Malta mantém o padrão, tudo sob a lei. O detalhe constará dos pedidos formais. Um produtor solicita time code do ponto de acompanhamento contínuo. O técnico dita o contabilista com precisão e cria um marcador extra, garantindo que o recorte seja exportado no pacote técnico.
Duas falas paralelas de parlamentares vazam para os microfones. Com isto, dá para montar um requerimento robusto. Sem perícia ainda é matériapra. A imprensa regista o contraste sem interromper a reprodução. Um repórter tenta avançar. O senhor pedirá posicionamento de Flávio Dino e Alexandre de Moraes por escrito? Malta confirma sim.
Notificação com prazo para resposta. O corredor recompõe-se para uma curta ronda de perguntas focadas. Um jornalista abre. O senhor responsabiliza as plataformas por incumprimento imediato? Malta delimita. Quem define o incumprimento é a competente após análise. O nosso movimento é de transparência e protocolação.
Outro insiste: Há indício de orientação para a censura? O senador responde: “O excerto ouvido fala em aplicação da lei. A perícia e os ofícios vão esclarecer alcance e contexto. O assessor exibe à imprensa a capa da pasta com a lista de destinatários: Ministério da Justiça, Polícia Federal, Presidências da Câmara e do Senado, gabinetes citados e chefias de comunicação pública.
Um produtor de TV pede imagens de apoio da documentação. A a segurança mantém a distância regulamentar e o assessor lê em voz alta apenas os campos genéricos sem revelar números sensíveis. Um repórter regista: “Haverá divulgação simultânea?” O assessor confirma: “Sim”. Após protocolo, um parlamentar pede ao microfone por instantes e direciona a malta uma questão objetiva.
O senhor apresentará requerimento para fixar prazo de resposta das autoridades? Malta, sim. O texto está pronto, com prazos e anexos. A imprensa solicita cópia do modelo. O assessor indica que será disponibilizado em PDF junto do pacote bruto dos áudios e dos metadados. O técnico prepara a exibição de um troço curto para revisão final das expressões termos de utilização e colaboração obrigatória.
Malta sinaliza e o áudio retorna com a formulação já conhecida. Um repórter segura a mão no ar até ao pausa. O senhor pedirá que as plataformas indiquem por escrito quais As políticas internas entram em conflito com decisões judiciais. Malta. Sim, isso consta do ofício, apontamento de conflitos, medidas de ajustamento e cronograma.
As redações pedem clareza sobre a entrega do ficheiro bruto. O assessor explica o pacote media com check zoom, registos de transferência, folha de trabalho de marcadores de tempo, transcrição preliminar e lista de cotejo com registos oficiais. Um produtor de rádio pergunta se haverá canal para dúvidas técnicas. O assessor anota um e-mail dedicado para as redações e promete resposta padronizada com FAC.
Um jornalista insiste no ponto das consequências. O conteúdo sugere que incumprimento levaria a inquéritos? Malta mantém a linha. Quem define é a competente, conforme lei. O que aqui está será encaminhado. O técnico marca a conclusão do bloco e guarda a lista de recortes solicitados. A segurança reorganiza o corredor sem empurra empurra, mantendo o campo visual para a ação seguinte.
Malta anuncia que enviará ainda hoje um conjunto de ofícios, pedido de perícia técnica, pedido de posicionamento dos gabinetes citados, requerimento de informação ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal e comunicação às presidências do Congresso. Um repórter pergunta: “O senhor vai anexar as equipas codes e as transcrições preliminares?” O assessor confirma: “Sim, para facilitar o cotejo com discursos públicos e atas, a imprensa exige prazos.
Quando saia a confirmação de receção?” Malta, as confirmações serão divulgadas à medida que forem chegando. Haverá coletiva após os protocolos? Sim, conferência de imprensa breve para informar andamento. O técnico do lado confere a integridade dos ficheiros no aparelho e tira uma fotografia do visor com os marcadores como registo interno.
Dois parlamentares pedem discurso curta, sem análise, apenas providências. Encaminhar a comissão de transparência, incluir a comissão de comunicação. Malta responde: Ambas as referenciações estão na lista. Uma repórter reforça: “Cópia para as defensorias e OAB”. O assessor anota a sugestão e sinaliza que avaliarão a inclusão no ciclo seguinte de comunicações formais.
O ambiente permanece em modo operacional. As equipas pedem um último retorno de excertos para fins de conferência textual. O técnico abre dois marcadores seguidos, reproduzindo termos de utilização não substituem a lei e adotaremos as providências legais. A gravação é clara. Várias câmaras capturam o altifalante em close para fechar a verificação de áudio.
Um jornalista pergunta se haverá pedido formal de preservação de registos à plataformas. Malta responde: Sim, preservação de logs e comunicações, conforme a lei. Outro repórter acrescenta: “Haverá envio às procuradorias para acompanhamento?” O assessor confirma a remessa às instâncias adequadas, sem detalhar nomes, preservando o rito burocrático até à protocolização.
Surge a dúvida sobre o formato da perícia, instituição pública ou laboratório independente. Malta explica que pedirá perícia oficial e aceitará auditoria externa facultativa, desde que siga as normas técnicas verificáveis. Um produtor de TV solicita que o PDF com as instruções traga os padrões de integridade esperados.
O assessor diz que incluirá checklist de verificação e campo para retorno escrito das entidades periciais. Malta abre espaço para uma última sequência de questões de natureza processual. O senhor notificou formalmente os gabinetes citados sobre a reprodução destes excertos? Sim, por escrito. A defesa das autoridades terá acesso integral ao material em bruto.
Terá, nos mesmos termos enviados as redacções. Haverá um canal único de divulgação para evitar versões divergentes? Sim, publicaremos os documentos em repositório oficial após protocolo. O assessor descreve o que constará do repositório. Ofícios, confirmação de receção, ficheiros de áudio brutos, hashs, logs e a folha de time codes.
Um repórter sugere incluir um quadro comparativo entre as frases reproduzidas e discursos públicos previamente registados. O assessor concorda em anexar uma tabela de cotejo na versão final assim que a transcrição estiver revista. Com os pedidos mapeados, Malta ajusta o microfone e define a ação final desta etapa no corredor.
Encerramos as reproduções. A partir de agora, seguimos para o protocolo de documentos e para a perícia. As câmaras registam o fecho. Não há slogans, não há avaliação substantiva do conteúdo. Apenas a confirmação de que cada palavra tocada aqui será confrontada técnica e administrativamente. As equipas caminham juntas para a sala reservada onde ocorrerá o protocolo.
Magno Malta segura a pasta com os documentos. Confirma com o assessor a ordem das peças. Ofícios às autoridades. Pedido de perícia técnica. pedido de cópias de registos públicos e tabela de cotejo com os códigos de equipa. Um servidor confere os carimbos e orienta a fila de imprensa a manter a distância.
Um repórter pergunta de frente: “Todos os ficheiros estão na mesma pen drive?” O assessor responde: “Dois dispositivos idênticos com os mesmos hashs. O servidor pede assinatura em três exemplares. Malta Assina, devolve e solicita o comprovativo de recebimento. A assessoria jurídica do Senado envia dois representantes para acompanhar a formalização.
Um deles confere a descrição dos anexos: áudio bruto, registos de transferência, folha de de marcadores, transcrição preliminar, checklist de integridade. Malta pede que conste a observação, alargamento para auditoria independente. O servidor anota: “Um jornalista insiste, terá cópia para as redacções hoje. O assessor responde: Disponibilização após protocolo por link e por suporte físico para quem o solicitar formalmente.
Do lado, uma equipa de TV pede posicionamento ao vivo. Malta aceita um ponto fixo de 2 minutos para explicar apenas o rito. Reprodução pública realizada. Documentos protocolados. Perícia solicitada. Pedidos de manifestação enviados aos gabinetes citados. O repórter tenta puxar avaliação. O conteúdo indica abuso.
Malta mantém a linha. sem juízo de mérito antes do relatório. O que apresentamos hoje será verificado por peritos e confrontado com registos oficiais. O tempo esgota, o produtor agradece e corta a transmissão. No balcão interno, o servidor confere o checklist final e emite os números de protocolo: Ministério da Justiça, n.
º Polícia Federal, n. Presidência do Senado, n.º. O assessor repete cada dado em voz audível para as câmaras e fotografa os comprovativos. Um repórter pede a leitura do campo cadeia de custódia. O servidor responde: Entrada por meio físico selado com identificação da integridade. Descrição detalhada no anexo.
Malta orienta: anexar as mesmas descrições na remessa às redações. Dois parlamentares chegam para registar apoio ao procedimento. Um deles fala diretamente: “Vamos levar a comissão de transparência, outro completa e a comissão de comunicação. Malta concorda. Encaminhem os requerimentos com base nos números de protocolo.
” Um jornalista pergunta: “Haverá um prazo para respostas oficiais?” O assessor indica o documento 30 dias corridos com possibilidade de resposta parcial antecipada. A imprensa regista cada palavra e filma a publicação dos envelopes selados no malote oficial. Antes de sair da sala, malta confere com o técnico a integridade dos backups, dispositivo um e dispositivo dois, conferidos.
O técnico responde: “Conferidos, hashes batendo. Uma produtora pergunta pelo repositório online quando entra no ar.” O assessor fixa a janela. Após confirmação de recebimento pelos órgãos, um jornalista tenta mais uma vez forçar a avaliação. Malta encerra. Processo técnico sem antecipar conclusões. Quando houver relatório, apresentaremos.
As equipas deixam a sala do protocolo e retomam posição diante das câmaras. Magno Malta recolhe os comprovativos, ergue a pasta e entrega uma fala curta e objetiva. Reprodução pública realizada. Ofícios protocolados. Perícia solicitada. A partir de agora, aguardamos relatório e manifestações oficiais. Um repórter insiste.
O senhor confirma que não haverá avaliação política antes do resultado técnico? Malta segura o microfone por um segundo. Confirmo. Laudo primeiro. Posição. Depois. O corredor volta a ficar silencioso por alguns instantes com os gravadores ainda ligados. Produtores pedem detalhes do repositório de documentos.
O assessor enumera o que será publicado. Ofícios, confirmações de receção, ficheiros brutos, hashs, logs, folha de time codes e a transcrição preliminar. Uma jornalista pressiona, haverá atualização a tempo real? O assessor responde: Atualizações conforme forem chegando as respostas oficiais. Ao lado, um técnico exibe no ecrã a conferência dos ficheiros e repete: Integridade verificada.
No fim da ronda, surgem as últimas questões de âmbito. O senhor pedirá sessão específica no plenário? Malta, sim, após a entrega do relatório, vai desencadear comissões, transparência e comunicação já encaminhadas. Solicitará prazos a gabinetes citados? Consta dos ofícios. A imprensa regista cada resposta sem extrapolar.
Não há slogans, não há adjetivos desnecessários, apenas a confirmação de que o rito segue dentro da lei e que o material reproduzido será confrontado com os registos públicos. O posicionamento final é direto. Malta diz: “O compromisso é com a transparência e comprava”. A população ouviu excertos relevantes.
Agora, perícia e respostas oficiais. Um repórter encerra a transmissão com um resumo do procedimento. As câmaras recuam, o cordão de segurança é desfeito e as equipas começam a dispersar. Ficam pendentes o relatório, os retornos dos gabinetes e o cotejo com atas e discursos públicos, todos já solicitados formalmente.
Reflexão final clara e objetiva. O que foi hoje exibido exige verificação independente. Sem relatório não há conclusão definitiva. Com relatório, haverá fundamento para responsabilização ou para eliminação de alegações. O público necessita de dados completos, cadeia de custódia íntegra e manifestações oficiais por escrito.
É isso que separa a denúncia de facto comprovado. Queridos ouvintes, se este conteúdo o ajudou a perceber o que está em causa, inscreva-se no canal. Aqui, os documentos são apresentados, os números de protocolo são informados e o acompanhamento é contínuo. Ative as notificações para receber as próximas atualizações assim que os relatórios e as respostas chegarem.
Muito obrigado pela audiência.















