
A casa era linda, impecável demais. Quando João Henrique Almeida empurrou o portão automático naquela tarde, a primeira coisa que sentiu não foi alívio…

Eduardo Valença chegou 27 minutos mais cedo naquele dia, não por vontade, por cansaço. O portão automático se fechou atrás do carro com um…

O silêncio da cozinha era espesso demais para aquela hora da tarde. Não era o silêncio tranquilo das casas ricas, era outro, pesado, tenso,…

O portão automático abriu devagar, com aquele gemido metálico que sempre soava como bem-vindo, só que sem carinho. Otávio Almeida entrou na garagem, ainda…

A cidade ainda respirava quando Eduardo Monteiro voltou ao prédio naquela noite. Não era silêncio. São Paulo nunca é silêncio. Era um cansaço pesado,…

A cidade ainda respirava quando o dia começou. Lá embaixo, São Paulo acordava com o barulho abafado dos ônibus, o sussurro distante das buzinas,…

Naquela noite, a casa estava silenciosa demais. Não era o silêncio confortável de quem dorme em paz. Era um silêncio pesado, técnico, quase clínico,…

O som veio antes da dor, um tumbo seco, pesado, como madeira rachando por dentro. O tipo de barulho que não combina com quarto…

O som não deveria estar ali no meio de uma sala de reuniões envidraçada, no 20º andar de um prédio na Faria Lima, o que…

O silêncio naquela casa não era vazio. Ele tinha peso. Era um silêncio que rangia nos cantos, que se acumulava nos corredores largos como…





